Homens, fiquem espertos!

11/01/2011 às 19:17 | Publicado em Cotidiano, Geral, Lingerie | Deixe um comentário
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Ok a tecnologia ajuda muito as mulheres a ficarem bonitas. Isso é bom, não existe porque reclamar. O problema são as artimanhas inventadas pra simular coisas que elas não são.

Primeiro foram aqueles corpetes de décadas e séculos passados, que esmagavam o corpo da mulher pra afinar a cintura. Dali nasceram os populares e evoluidos modeladores que temos hoje.

Em seguida, na linha da lingerie, veio o bojo no sutiã, e o que era pra dar sustentação logo virou um artifício pra dar uma turbinada nos seios femininos.

Depois da febre das plásticas, silicone e botox, que simplesmente impedem você de saber como a mulher realmente era ou seria, a mais nova pegadinha para enganar homens é a calcinha com enchimento para turbinar o bumbum. No caso do link, ela simula com espuma sintética o aumento no bumbum, mas existem versões também com silicone.

Nada contra o uso minhas queridas mulheres, se vocês se sentem bem e isso melhora sua vida vão em frente e façam uso mesmo. Apenas preciso alertar meus companheiros testosterônicos!

Que tal comemorar uma data especial com um presente a altura?

25/10/2010 às 0:38 | Publicado em Cotidiano, Geral, Lingerie | Deixe um comentário
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Pra nós homens é sempre difícil escolher um presente adequado pras nossas amadas mulheres. Além das datas comemorativas temáticas do comércio, sempre quando chega um mesiversário, aniversário ou outros dias que marcam um momento especial (o primeiro beijo, o dia que começaram a namorar, ou noivar , ou casar, ou qualquer outra invenção) você percebe que ela está esperando um mimo, uma lembrança, algo que demonstre que você lembrou dessa data!

Cartinha, buquê de flores, perfume…os clichês de sempre podem dar conta uma vez ou outra. Mas se cai na rotina, pode reparar que ela não vai dar tanto valor.

Uma saída interessante pra esse dilema masculino? Que tal presenteá-la com uma bela lingerie? É um presente multiuso, serve tanto pra ela quanto pra você! Não que você vá usar as peças…a intenção é deixar sua amada mais bonita ainda para momentos especiais.

Que peça escolher? Uma calcinha fio dental? Uma camisola? Um conjunto sensual?

Aí vai do gosto de cada um. Mas e o tamanho? Se você tiver um olho clínico, pode pegar as medidas dela e comparar com as tabelas de tamanhos fornecidas pelos fabricantes. Mas o mais fácil é vasculhar as gavetas dela no melhor estilo 007 e observar quais os tamanhos das peças que ela possui. Com um pouco de bom senso você vai saber o que escolher. Na dúvida entre um tamanho muito próximo de outro, dê preferência para o maior, peças menores vão causar desconforto e estragar mais rápido.

Boa sorte e boas compras!

Uma boa opção para comprar Lingerie na internet

06/10/2010 às 19:08 | Publicado em Comércio, Cotidiano, Geral, Lingerie | Deixe um comentário
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Foi lançado a pouco tempo o novo site de comércio virtual da Soir Lingerie, trazendo muitas inovações e um visual extremamente bonito. Com um grande foco no atendimento e privacidade do cliente, o site transmite confiança ao utilizar um intermediador de pagamento, o Pagamento Digital, para mediar as compras e transações financeiras.

O site apresenta uma grande variedade de produtos e marcas, possibilitando ao consumidor comprar por categorias como Sutiãs, Calcinhas, Meias, Modeladores e Noite, ainda com lojas especiais de grandes marcas como DeMillus, TriFil, Scala e Hope.

As grandes inovações são a forte integração com ferramentas sociais, como o Twitter e Facebook, permitindo que com seus perfis sociais os consumidores emitam opiniões, tirem dúvidas e troquem experiências sobre os produtos. O site também publica seus produtos no comparador de preços BuscaPé, permitindo que as pessoas confiram os valores dos produtos em relação a outras lojas. Disponibiliza também a possibilidade de comprar Vale Presente e da criação de uma Lista de Desejos, que pode ser utilizada para fazer o Chá de Lingerie.

Para quem quer comprar Moda Íntima no conforto de sua casa, a Soir Lingerie é parada obrigatória!

Sumiço

06/05/2009 às 12:33 | Publicado em Cotidiano, Geral | Deixe um comentário
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Peço desculpas pelo meu desaparecimento repentino, acabei me atendo a algumas tarefas que me tomaram tempo e depois não tive pique pra voltar a postar no mesmo ritmo. Vamos ver se consigo encontrar algum tempinho para voltar a escrever, apesar que farei isso bastante agora que terei que fazer meu TCC, ou seja, prevejo mais um período de sumiço!

Falta de estratégia ou impulsividade = prejuízo

04/02/2009 às 11:22 | Publicado em Administração e Marketing Esportivo, Futebol, Geral | 2 Comentários
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O Corinthians fez a contratação bombástica do ano. Isso todo mundo já sabe. Porém, na minha opinião, cometeu alguns erros que estão custando caro agora. Segundo os gestores corinthianos, a intenção ao contratar Ronaldo era multiplicar as receitas. Eles acreditavam que iriam atrair patrocínios, novos parceiros, aumentar a média de público e renda das bilheterias, vender camisas e outros tipos de produtos licenciados desenvolvidos para explorar a imagem de Ronaldo.

O primeiro erro foi a apresentação do jogador. Não que tenha sido algo negativo, já que lotaram o estádio mesmo com a entrada sendo cobrada e fizeram uma festa bonita. Mas a apresentação, primeira coletiva e consequentemente primeiras imagens do jogador com o uniforme do clube foram com a camisa, backdrop e outras propriedades comerciais com a logomarca da Medial, patrocinadora que já havia informado ao clube que não iria prorrogar seu vínculo de patrocínio. Segundo os gestores, era uma gentileza ao parceiro que apoiou o clube em um momento tão difícil da história. Para mim um prejuízo que até agora não pode ser mensurado.

Que patrocinador irá se arriscar, ainda nesse momento de crise, a expor sua marca pela alta contrapartida financeira exigida pela diretoria do corinthians se o grande momento de visibilidade do clube já passou? Até o dia em que Ronaldo finalmente poderá atuar com uma boa forma física, as empresas interessadas irão torturar o Corinthians com as negociações, forçando um acerto que lhes seja mais favorável e aproveitando para entrar em cena quando realmente o foco voltará ao Corinthians.

Não sei dizer se o que ocorreu foi a falta de um planejamento para a sequência de eventos que envolveria o anúncio do reforço ou se o impulso de trazer as boas-novas à torcida antecipou a apresentação. Em ambos os casos os gestores se precipitaram e foram presunçosos ao acreditar que o fato de Ronaldo já ser do Corinthians consequentemente facilitaria qualquer tipo de negociação já em andamento. Sem falar na “caridade” com a Medial, que hoje, mais de um mês após o fim do contrato, ainda ocorre com uniformes da comissão técnica e de treinamento.

O Corinthians poderia ter entrado o ano já com um patrocinador e com grandes chances de ser o maior valor do mercado nacional caso tivesse negociado o anúncio do novo patrocinador junto da apresentação de Ronaldo. Nenhuma empresa interessada iria deixar passar essa oportunidade de visibilidade intensa nacional e internacional. Sem falar que poderia ter recordes de venda de camisas caso realizasse o lançamento da linha de uniformes de 2009 em conjunto. São inúmeros detalhes que poderiam ser pensados e desenvolvidos para aproveitar de uma maneira comercial mais eficiente um dos momentos históricos do clube. O preço desta decisão equivocada está sendo pago agora, e pelas dificuldades financeiras do clube está sendo caro.

Licenciamento do futebol em video games

30/01/2009 às 13:33 | Publicado em Administração e Marketing Esportivo, Futebol, Geral | 2 Comentários
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Um mercado que deve voltar a crescer em pouco tempo é o de venda de jogos de video game e computador. A evolução dos consoles e os novos métodos de comercialização de jogos de computador estão diminuindo em ritmo acelerado a pirataria, principalmente no Brasil, onde a comercialização de jogos piratas se tornou algo cultural. Com essas novas barreiras os desenvolvedores de jogos ganham novo fôlego e as distribuidoras passam a dar maior valor ao mercado brasileiro.

Explorando os esportes, a Eletronic Arts (EA) ganhou destaque no mercado com as franquias de jogos com licenças oficiais dos órgãos organizadores, como NHL, NBA, NFL e FIFA. Muitas vezes as licenças também precisam ser negociadas com as associações de atletas. O domínio da EA nesse mercado já dura mais de uma década e uma das estratégias para tal feito tem sido a negociação por longos períodos contratuais e com valores não divulgados, afastando assim a concorrência de novos entrantes.

Porém, no esporte mais popular do mundo a EA tem encontrado certas dificuldades e está longe de ser uma unanimidade com seu jogo de futebol. O FIFA Soccer, que ostenta a licença oficial da FIFA desde sua primeira versão, também possui acordos com a UEFA, federações nacionais e clubes do mundo todo. Apesar de toda a legitimidade em representar o mundo real no virtual, com escudos, estádios, campeonatos e jogadores com imagens idênticas, o jogo passou a  perder espaço no mercado quando surgiu um novo concorrente que explorou a seu favor uma das fraquezas da franquia FIFA, a jogabilidade. Com isso, o Pro Evolution Soccer (ou Winning Eleven), conquistou muitos fãs e cresceu de tal forma que hoje compete no mercado pelas licenças oficiais dos clubes e campeonatos.

A disputa por licenças oficiais chegou ao mercado brasileiro. O FIFA possui 28 equipes brasileiras com representação fiel de seus jogadores, mas 3 equipes não estão com suas marcas licenciadas: Internacional-RS (que no jogo recebe o nome de Porto Alegre), Goiás e América-RN.  O Inter é o único clube brasileiro licenciado no Pro Evolution Soccer 2009, recebendo U$200 mil pela cessão do uso da marca e jogadores. Segundo o vice-presidente de marketing do clube, Jorge Avancini, esse valor corresponde a quase 3 vezes mais o que a EA pagava.

Tudo isso que foi apontado mostra uma grande oportunidade para os clubes de futebol brasileiros. Um mercado em crescimento e uma competição comercial envolvendo exclusividade de uso da licença pode ser algo que renda frutos financeiramente para as instituições. Ainda que não será o único benefício desse tipo de ação, pois estará expondo a marca dos clubes e até mesmo de seus jogadores no mercado internacional.

Algo que precisa ser foco de discussão, principalmente na assinatura do contrato, é a avaliação do nível técnico das equipes. Apesar do que já foi demonstrado principalmente nas disputas do Mundial de Clubes da FIFA, com boas atuações das equipes brasileiras, as produtoras dos jogos ainda colocam as equipes brasileiras com um nível técnico inferior às equipes européias. Isso desestimula os jogadores a utilizarem essas equipes e até mesmo as desvaloriza perante as marcas européias já consolidadas no mercado. O nivelamento ténico com as equipes européias pré-definido no contrato auxiliará a solução deste problema.

Outra possibilidade que pode ser explorada é a criação das equipes clássicas de clubes brasileiros, com jogadores das décadas de 60 e 70, a chamada época de ouro do futebol nacional. As equipes, que são seleções “secretas” ou que precisam de um objetivo cumprido para serem liberadas ao jogador, são frequentes para os clubes europeus, mas as referências ao Brasil são apenas ao selecionado canarinho. Revitalizar essas equipes antigas pode ser aproveitado em conjunto com uma ação promocional com outros produtos licenciados em referência aos títulos e ídolos dessas épocas.

Em um momento que o E-Sport se consolida cada vez mais com competições organizadas, é fundamental que os clubes brasileiros demarquem território desde já nos jogos e não deixem mais essa grande oportunidade passar batida.

Fusões em clubes de futebol

28/01/2009 às 11:48 | Publicado em Administração e Marketing Esportivo, Futebol, Geral | Deixe um comentário
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No mundo empresarial as fusões de grandes corporações costumam ser polêmicas, de modo que os governos criam regulamentações e órgãos específicos para fiscalizar essas situações especiais. Devaniando um pouco, comecei a imaginar diversas situações envolvendo fusões em clubes de futebol, um prato cheio para discussões infindáveis.

Em clubes de menores torcidas a fusão pode ser um remédio na luta pela sobrevivência e fortalecimento das entidades, como foi o caso do Paraná Clube, que inclusive passou a ganhar mais torcida e aparecer melhor no cenário esportivo nacional, chegando a disputar até uma Libertadores.

Em clubes maiores pode gerar grandes potencias esportivas. Fiquei imaginando a fusão de Grêmio e Internacional em um só clube. Uma instituição que praticamente dominaria a torcida no Rio Grande do Sul e com presença forte nos outros estados da região Sul. De partida, contaria com um quadro associativo com cerca de 150 mil sócios. Sem falar no patrimônio já existente de ambos, que poderia ser vendido ou negociado para a construção de um estádio, CT profissional e CT de base de primeira linha, transformando as instalções européias em “segunda linha”. Pelas médias de público dos dois times podemos presumir que um estádio com capacidade para 120 mil espectadores seria próximo ao ideal, já que estádios modernos atraem mais os torcedores e consequentemente melhorariam as médias. Sem falar que seria com certeza um dos estádios da Copa 2014. A força dessa nova torcida pode ser vista se somarmos os resultados de ambos na timemania nesse ano, com 186.303 apostas, tomando a primeira colocação na tabela do Flamengo que possui 182.961 apostas. Força que se veria também na venda de pacotes Pay-Per-View, que colocaria esse novo clube também na primeira posição com cerca de 15,04% dos pacotes vendidos contra 13,84% do Flamengo. Logo poderiam reinvindicar uma alteração nas cotas televisivas, aumentando ainda mais suas receitas. Uma potência econômica que tranquilamente faria frente com os clubes europeus na hora de oferecer propostas de renovação aos jogadores, evitando assim a evasão dos talentos que surgirem e possibilitando inclusive a contratação de reforços de peso com recursos próprios, sem depender de parcerias.

Porém, e sempre tem um porém, como ficam as histórias desses clubes? Somam-se as conquistas ou um novo clube começa com a contagem de títulos no zero? E as tradições que envolvem as equipes? A paixão dos torcedores? O sempre tão aguardado clássico Gre-Nal se tornaria apenas um coletivo durante os treinos?

Enfim, nessa improvável situação hipotética, o investidor que adquiriu as ações de ambos os clubes e resolveu realizar essa fusão terá várias questões delicadas para gerenciar. Um exercício filosófico saudável e que eu recomendo para quem gosta de grandes desafios.

Produção cultural em clubes de futebol

26/01/2009 às 17:08 | Publicado em Administração e Marketing Esportivo, Futebol, Geral | 2 Comentários
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Vou abordar um assunto raramente presente nas discussões envolvendo futebol e principalmente na gestão dos clubes. A produção cultural envolvendo os clubes de futebol. Não é difícil encontrarmos em uma livraria um livro sobre algum clube de futebol. As vezes ouvimos alguma música relacionada ao tema. E já virou moda nos departamentos de marketing a exploração comercial dos DVD´s de títulos e acessos com imagens exclusivas. Parece bom, mas está longe de usufruir todo seu potencial.

Fotografias, pinturas, esculturas, músicas, filmes, documentários, livros e outras formas de manifestações culturais relacionadas à clubes de futebol reforçam a marca da entidade, levando-a ao conhecimento de novos públicos e transpondo qualquer tipo de barreira social que possa existir. É uma forma excelente de expandir o seu mercado consumidor, já que as obras de arte não possuem fronteiras. São ações e objetos que não possuem prazo de validade, irão perdurar por toda a história da civilização. Geram um sentimento de boa-vontade de outros torcedores em relação à sua marca e inclusive podem cativar àqueles que ainda estão indecisos quanto ao seu time de preferência.

As qualidades mencionadas mostram o grande potencial de retorno tanto direto como indireto que um investimento na produção cultural pode resultar. O que hoje em dia costuma ser apenas um esforço individual de um torcedor apaixonado ao criar suas obras pode se tornar uma grande ferramenta para desenvolvimento da marca e geração de novas receitas. Quem se atreve a dar os primeiros passos?

Timemania – observando os dados

22/01/2009 às 14:24 | Publicado em Administração e Marketing Esportivo, Futebol, Geral | Deixe um comentário
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A timemania é um assunto recorrente em discussões, porém sempre de uma forma pouco aprofundada. Enquanto a maioria das pessoas prefere diminui-la como o uso de dinheiro do contribuinte pra quitar dívidas de administrações precárias dos clubes, eu prefiro observa-la como um produto que surgiu como uma solução inteligente para evitar a falência da maior manifestação esportiva, cultural e social do país.

Vejo como uma saída inteligente pois não trará prejuízo algum para nenhum contribuinte – nenhuma dívida foi perdoada e compram os jogos da loteria, a fonte do repasse aos clubes, apenas quem quiser. Os clubes cedem a licença de uso de suas marcas pela contrapartida financeira das apostas, porém com o fim específico da quitação das dívidas.

Se esta saída encontrada foi inteligente, o desenvolvimento do produto não seguiu a mesma linha. O produto reúne características que o deixa em um meio-termo dentro do leque de jogos existentes, com a mega-sena sendo mais difícil, mas sempre com altas premiações acumuladas, e a lotofácil como o próprio nome indica mais fácil de ganhar os prêmios. Seu preço também é o mais alto comparado com os outros jogos, mais um ponto negativo. O produto acaba tendo então como único atrativo o fato de auxiliar o seu time do coração. Até mesmo o fato de ter prêmios acumulados não tem ajudado no crescimento, pois ocorreu a infelicidade de seu maior concorrente, a mega-sena, ter tido um dos maiores prêmios acumulados no mesmo período que a premiação da timemania também atingiu seu ápice.

É clara a necessidade de reformulação dessa loteria. Acredito que já deva existir alguma movimentação para que ocorram alterações neste produto, que mesmo com grande campanha de divulgação ainda não emplacou e ficou muito abaixo das estimativas previstas inicialmente.

Apesar de tudo a timemania proporcionou aos interessados no negócio do futebol alguns dados que nos fazem refletir um pouco. Abaixo duas tabelas com os 10 melhores colocados nos resultados acumulados das apostas em 2008 e até hoje em 2009.

Colocação dos times – Acumulado 2008 

Colocação

Time

UF

Nº de Apostas

Percentual

FLAMENGO

RJ

4.717.779

8,38%

CORINTHIANS

SP

3.658.933

6,50%

PALMEIRAS

SP

2.835.538

5,03%

SAO PAULO

SP

2.637.480

4,68%

GREMIO

RS

2.348.851

4,17%

SANTOS

SP

2.252.180

4,00%

INTERNACIONAL

RS

2.002.534

3,56%

VASCO DA GAMA

RJ

1.910.722

3,39%

CRUZEIRO

MG

1.668.479

2,96%

10º

BOTAFOGO

RJ

1.610.430

2,86%

 

Colocação dos times – Acumulado 2009

 

Colocação

Time

UF

Nº de Apostas

Percentual

FLAMENGO

RJ

182.961

7,63%

CORINTHIANS

SP

148.063

6,17%

SAO PAULO

SP

110.883

4,62%

PALMEIRAS

SP

105.616

4,40%

GREMIO

RS

100.179

4,18%

SANTOS

SP

90.257

3,76%

INTERNACIONAL

RS

86.204

3,59%

VASCO DA GAMA

RJ

81.469

3,40%

CRUZEIRO

MG

71.954

3,00%

10º

BOTAFOGO

RJ

68.911

2,87%

Esses dados são mais generalistas, já que acumulam vários concursos, que ocorrem 1 vez por semana. Pude acompanhar durante o ano algumas alterações na tabela que chamaram minha atenção. O grêmio tomou por volta do 10º concurco a 5ª posição do Santos e não saiu mais dela. Já o Palmeiras também por volta do 10º concurso tomou a 3ª posição do São Paulo e terminou o ano com ela. Porém nesse ano o São Paulo retomou a posição. A maior parte dos times perdeu números na porcentagem total de apostas, indicando uma maior diversidade nos times apostados, algo que pode ser um indício de um maior número de apostas do tipo “Surpresinha” – quando o computador sorteia o Time do Coração a ser indicado no jogo e não o cliente.

Talvez esse números reflitam de certa forma  uma maior relação de consumo de produtos licenciados de acordo com o rendimento esportivo da equipe. Outra linha de pensamento pode ser a que as equipes que realizaram mais promoções e divulgação envolvendo a timemania tiveram um melhor resultado. É possível tirar várias conclusões desses dados.

Minha análise preferida é a comparação com as pesquisas de torcida. Algo que é base para muitas discussões e se tornou argumento de negociações de cotas de TV e patrocínio. A timemania mostra dados mais reais sobre o quanto um torcedor gosta de consumir os produtos vinculados ao futebol e ao seu clube. Vemos então que equipes de grandes torcidas estão longe de utilizar todo seu potencial. Ou seria o que chamamos de “torcida de massa”, com muitos torcedores que seguem a opinião da maioria sem ter uma maior ligação com o clube? Seja qual for a opção, qualquer vínculo existente deve ser explorado e transformado em receitas.

Se há espaço para crescimento, os clubes não podem ficar parados. Óbvio para alguns, mas que deve ser ressaltado a todo momento para nossos gestores.

Em busca de um sonho

21/01/2009 às 11:55 | Publicado em Administração e Marketing Esportivo, Futebol, Geral | 2 Comentários
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Nasci com o espírito boleiro em mim. Desde pequeno não podia ver uma bola que já estava me divertindo, mesmo que estivesse sozinho. No auge da criatividade infantil cheguei a criar campeonatos onde eu representava todos os times e todos os jogadores, tudo com tabelas, chaveamento e até artilharia da competição, transformando a sala de um apartamento em uma arena futebolistica nos dias chuvosos e que ficava sozinho.

Me tornei um grande jogador? Até hoje me questiono se tivesse seguido carreira como jogador profissional qual seria meu grau de sucesso. Porém, diferentemente das outras crianças, meu sonho desde pequeno se alimentou para outro caminho. Por influência paterna, sempre torci para o glorioso Santos Futebol Clube. Minha infância acompanhou um período de vacas magras do clube, com jogadores de nível técnico horrível, poucos ídolos e praticamente nenhum título de relevância. Sempre era o único da classe que torcia pelo Santos, enquanto os outros colegas comemoravam títulos do trio da capital.

Meu pai me contava histórias daquele grande time do uniforme branco, ganhador de muitos títulos internacionais, uma máquina de fazer gols reconhecida em todo o mundo e o berço do maior jogador de futebol de todos os tempos. Eu me perguntava como uma equipe daquela grandeza poderia ter se reduzido a um time limitado, que jogava em um estádio com um gramado que mais parecia um pântano e com sua torcida diminuida e limitada ao município de Santos.

Mesmo sendo novo me veio um estalo na cabeça. Isso era culpa de quem “mandava” no clube. Os tão populares cartolas! Tudo pareceu muito simples e claro para mim, e meu sonho passou a ser me tornar um cartola do Santos FC, assim poderia reconduzir o clube ao seu passado glorioso. Organizei em minha cabeça um planejamento estratégico de toda a minha carreira, sem mesmo saber o que era isso, e o segui fielmente, aprimorando-o à medida que ia amadurecendo com a idade.

Terminando o velho colegial, atual ensino médio (ou já mudaram de nome denovo?), comecei a me deparar com a dúvida de qual graduação deveria seguir visando meu objetivo. Os cursos de educação física apesar de serem mais relacionados ao esporte não me pareciam tão específicos para o exercício da função de gestor, então optei por cursos da área de administração, prestando vestibular para Economia. Infelizmente (ou felizmente) não passei no vestibular e tive um ano para fazer cursinho e repensar meus caminhos. Neste período descobri o curso de Esporte na USP, um curso novo e abrangente, que possibilitava ao aluno através da escolha de matérias optativas seguir por suas áreas de interesse, fossem elas treinamento, jornalismo ou administração esportiva. Para mim foi muito claro, era esse o caminho ideal. Fui aprovado e pude desfrutar de valiosos 4 anos de graduação, extraindo o máximo que pude para a minha formação, inclusive das matérias de cursos de administração da FEA – algo que poucas pessoas usufruem na Cidade Universitária, mas que na minha opinião é uma das maiores vantagens de estudar na USP.

Depois de formado não me dei por satisfeito e estou agora concluindo uma pós-graduação de especialização em Administração e marketing esportivo. Se é para correr atrás de um sonho eu tenho que me preparar. Não bastará realizá-lo pela metade, apenas me tornando um cartola. Ele tem que ser completo, com o Santos FC voltando a sua trilha de glórias. Se é para fazer, que seja bem feito.

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